all hail the queen angelina ☆

20:54:00


Cresci rodeada de primos & PlayStations e a única coisa que tínhamos em comum - por mais diferente que fosse a nossa idade, ou género - era a obsessão pelos videojogos da Tomb Raider. A Lara Croft era uma arqueóloga que vivia numa mansão estrondosa e ganhava a vida a explorar antigas tumbas e ruínas (de onde apareciam, do nada, os bichos mais estranhos que me davam mini ataques cardíacos), para além de ser a heroína preferida de toda a família. Passei horas - dias, semanas até - a tentar chegar ao nível final de cada uma das suas aventuras e a rever infinitas vezes o filme de 2001. No final do dia, todos os motivos que tinha para admirar a Lara passei a ter para admirar a Angelina Jolie.

Aos vinte seis anos, protagonizou Lara Croft: Tomb Raider e, na trança característica da personagem, foi uma lenda da ginástica - sendo fiel às proezas acrobáticas quase ridículas que a arqueóloga era obrigada a fazer, para a) garantir a sua sobrevivência, ou b) show off - e a definição de femme fatale. Sem eu perceber, a Angelina tornou-se a minha primeira referência não só no que diz respeito ao seu estilo, mas também quanto à maneira como ela se comporta e se faz representar.

Desde o seu ar casual dos anos 80-90, sem se levar demasiado a sério, até à personificação de classe que tem vindo a ser desde o início da década de 2000. Toda a sua evolução, dos tons pastel (cor-de-rosa, azul, violeta) até aos clássicos vestidos pretos e saias boho brancas que utilizou em Mr & Mrs Smith tornam-na na cool girl que eu sempre (literalmente) quis ser. Quer esteja a partilhar o ecrã com o Johnny Depp na obra prima que é O Turista, ou a mudar a opinião pública no que à Maléfica diz respeito - o mundo pertence-lhe, nós apenas vivemos nele.

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