anya taylor-joy - the chess queen's aesthetic

20:14:00


Uma das minhas atrizes favoritas é a Anya Taylor-Joy. Entrou na minha vida através das Fantásticas Aventuras de Tommy Shelby - nome carinhoso que atribuo a Peaky Blinders - e confesso que a minha primeira reação foi sentir um ligeiro ciúme da rapariga nova que arranjou maneira de casar com Michael Gray (é estranho estar apaixonada por uma personagem fictícia?). Dois minutos foi o tempo necessário para destruir quaisquer sentimentos negativos dirigidos a Gina e começar a perceber que aquela atriz tinha qualquer coisa de único na maneira como se fazia representar diante da câmara.

Retirada de um filme perfeito de Tim Burton, como se fosse a inspiração para a Victoria d'A Noiva Cadáver, Anya é inimitável - não é possível utilizar algo da mesma maneira que ela, devido ao modo como a sua personalidade marca fortemente a sua imagem e a sua forma de se comportar. É profundamente singular, afirmando sem palavras a importância da identidade e da estética pessoal em todos os âmbitos de expressão do quotidiano.

O seu talento inato para construir um conto de fadas utilizando tudo aquilo que ela simplesmente é, tornando o seu conteúdo tão bonito e etéreo sem qualquer esforço extra - algo que se vê muito pouco e que Anya Taylor-Joy consegue ilustrar na perfeição.


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