do it for the aesthetic, do it for oscar wilde

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cento e sessenta e seis anos atrás, na Irlanda, nasceu  O s c a r   W i l d e  que, aos 36 anos, publicou aquele que se viria a tornar o meu livro favorito, quase dois séculos mais tarde.

Ele é muito mais que O Retrato de Dorian Gray – um génio, nascido demasiado cedo, com um legado indiscritível e uma personalidade que nunca ninguém vai conseguir compreender na totalidade.

“Be yourself; everyone else is already taken.”

“When I like people immensely I never tell their names to anyone. It is like surrendering a part of them. I have grown to love secrecy.”

Refletia em si a dualidade entre a simplicidade e revolução do esteticismoaesthetic movement. Cultivava, cuidava e vivia para a arte e para a beleza, sem vergonhas, sem justificações imaginadas e sem significados profundos e delineados.

Em dois mil e vinte, Oscar Wilde seria aquele a tatuar uma borboleta no peito simplesmente pelo encanto das suas asas. A publicar fotografias do pôr do sol apenas porque poderia. A criar arte pelo acto de criar arte. A modelar a sua vida tentando que a beleza de uma pintura influencie a sua energia e se manifeste através dele.

“It is through art, and through art only, that we can realise our perfection.”

“I don't want to earn my living, I want to live.”

Fazer coisas pela estética é deixar Oscar Wilde orgulhoso.

Porque é bonito. Porque é arte. Porque não preciso de mil motivos profundos. Porque é simples. Porque sim.

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