how to steal a million (1966) - william wyler

22:25:00


A  A u d r e y   H e p b u r n  é a minha princesa favorita - mesmo que, na verdade, nunca tenha sequer sido uma princesa. A sua presença torna qualquer filme numa produção maravilhosa, elegante e imperdível, transbordando classe na mais simples das ações: nem que seja apenas comer um croissant na montra do Tiffany's.

Breakfast At Tiffany's é a jóia da coroa na minha lista de filmes favoritos, graças à narrativa de Truman Capote, mas principalmente devido à quantidade de Audrey que existe na Holly; algo que esperava encontrar também quando me deparei, pela primeira vez, com  H o w   T o   S t e a l   a   M i l l i o n.

❤ ❤ ❤ ❤ 

Nicole é a filha de um falsificador de arte francês que, por ter mais olhos que barriga, se viu envolvido numa confusão que pode arruinar a vida da sua família. Cabe então à jovem resolver o problema, pedindo ajuda a um estranho misterioso que entrou na sua casa para tentar roubar uma pintura de "Van Gogh" - sem saber, no entanto, que esse homem desconhecido é na realidade um detective privado. 


Podia ser um policial, ou um thriller - não é. É uma simples comédia romântica que deixa de ser simples mal a câmara conhece a Audrey. Ela brilha, como de costume, e torna uma história banal num marco cultural e icónico. 

A estética das roupas e dos cenários está diretamente ligada à classe social das personagens, sendo cativante e digna de um conto-de-fadas retirado diretamente de Paris dos anos 60. O romance é suave e tranquilo, aparecendo lentamente sem se fazer notar e o facto do objeto principal do filme ser a a r t e  é a cereja no topo do bolo para uma produção puramente bela. 

Perfeito para uma tarde de fim-de-semana, de coração cheio.

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