«i think i'm dumb, or maybe just happy» // kurt donald cobain

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Aos c a t o r z e   a n o s decidi que o meu estilo era o g r u n g e - foi só uma fase - e, o facto de não poder vestir-me de acordo com o papel (nem no próximo milénio a minha mãe me deixaria sair de casa com o aspecto de alguém que não dorme há quinze dias), não me impedia de começar a procurar referências culturais/ musicais como inspiração.

Enquanto pré-adolescente, o meu conhecimento no que dizia respeito aos Nirvana resumia-se a:

(A) As t-shirts eram giras;
(B) A banda era icónica;
(C) O Kurt Cobain detinha o título de uma das maiores estrelas de rock do mundo.

A primeira vez que ouvi Smells Like Teen Spirit não percebi uma única palavra. Hoje sei a letra de cor e ainda faz menos sentido.


O que tornava o K u r t diferente de todos (pelo menos, da maior parte) os músicos do seu género, era a revolução que trazia consigo para cima do palco. Falando de:

 feminismo
 preconceito
 homofobia;
 política
☆ saúde mental 

quase três décadas antes desses tópicos começarem a surgir de fininho em discussões públicas. 


"If any of you, in any way, hate homosexuals, people of a different color or women, please do this one favor for us — leave us the fuck alone. Don’t come to our shows and don’t buy our records."

"If you're a sexist, racist, homophobe or basically an asshole, don't buy this CD. I don't care if you like me, I hate you."

"The problem with groups who deal with rape is that they try to educate women about how to defend themselves. What really needs to be done is teaching men not to rape. Go to the source and start there."

"Because I couldn't find any friends — male friends that I felt compatible with — I ended up hanging out with the girls a lot. I just always felt that they weren't treated with respect. Especially because women are totally oppressed."

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