and i want you and the stars / i want you and a sickle moon

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O que é uma grande história de amor? Onde está a linha que torna o normal em épico?

Serão duas pessoas feitas à medida certa uma para a outra? Pertencemos ao lado de alguém?

Temos um momento certo para agir? Se perdermos essa chance o que acontece?

Existem milhões de questões, biliões de livros, triliões de teorias sobre a sua definição. Existem crentes e ateus, lamechas e poetas, apaixonados, destroçados e indiferentes.

Todos com a sua palavra a dizer

A melhor característica do   a m o r   é não ser universal: é abundante numa alma, escasso noutra; gosta de se fazer sentir através de borboletas, ou da solidão que permanece quando tudo acaba; é perfeito e bonito, mas confuso e catastrófico.

É tudo. É nada. 

Os romances mais bonitos têm uma tendência para a tragédia. A falta de um "felizes para sempre" garante o estatuto de inesquecível a qualquer história - porque não acabou bem, porque a calma não reinou, porque nunca ninguém saberá o que poderia ter sido. Adoro histórias incompletas, a triste beleza de um coração partido e a visão do protagonista fugir por entre o nevoeiro.

Não tenho nenhuma resposta - no final de contas, elas não existem. Mas do meu ponto de vista, chamem-lhe poético - dramático - pessimista nada supera a imperfeição de um romance inacabado.

Para todas as histórias que quase foram. Um feliz dia de S.Valentim.

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